sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Papa em visita ao Patriarca Supremo dos budistas: religiões são faróis de esperança

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Papa em visita ao Patriarca Supremo dos budistas: religiões são faróis de esperança

No Templo Real Wat Ratchabophit, em Bangcoc, na Tailândia, o Papa Francisco encontrou o líder budista Somdet Phra Ariyavongsagatanana no início desta quinta-feira (21). Em discurso, o Pontífice encorajou novamente a cultura do encontro como instrumento possível neste mundo de divisões e exclusões, lembrando o “quão importante é que as religiões se manifestem cada vez mais como faróis de esperança, enquanto promotoras e garantes de fraternidade.”
Andressa Collet - Cidade do Vaticano
O segundo compromisso oficial do Papa Francisco desta quinta-feira (21), em Bagcoc, na Tailândia, foi visitar o Patriarca Supremo dos budistas, Somdet Phra Ariyavongsagatanana, no Templo Wat Ratchabophit. O monge, nomeado em 2017, tem a tarefa de guiar o Conselho Supremo da comunidade, promover a religião e assegurar que todos observem os ensinamentos de Buda e os rituais estabelecidos pelo Conselho.

Papa exalta cultura do encontro

Na cerimônia oficial, depois de uma primeira intervenção do Patriarca Supremo, o Papa Francisco tomou uso da palavra. No discurso, o Pontífice começou agradecendo pelas boas vindas do monge budista, inclusive pelo início da sua visita ao país começar justamente no Templo Real de Wat Ratchabophit, “símbolo dos valores e ensinamentos” que caracterizam o povo da Tailândia. E lembrou das palavras de João Paulo II, ao afirmar:
“ Foi nas fontes do budismo que a maioria dos tailandeses bebeu e modelou a sua maneira de venerar a vida e os seus idosos, realizar um estilo de vida sóbrio baseado na contemplação, desapego, trabalho duro e disciplina (cf. São João Paulo II, Ecclesia in Asia, 6/XI/1999, 6); caraterísticas que alimentam o traço distintivo de vocês, tão peculiar: o povo do sorriso. ”
Dessa maneira, recordando João Paulo II, Papa Francisco exaltou o percurso dos antecessores das duas comunidades, demonstrando estima e reconhecimento mútuo para aumentar o respeito e a amizade. Um caminho iniciado há 50 anos quando o décimo sétimo Patriarca Supremo, Somdej Phra Wanarat (Pun Punnasiri), visitou o Papa Paulo VI no Vaticano: foi “um marco muito importante no desenvolvimento do diálogo entre as nossas tradições religiosas”, enfatizou Francisco.

Um diálogo que depois permitiria o então Papa João Paulo II fazer uma visita ao Patriarca Supremo, Somdej Phra Ariyavongsagatanana (Vasana Vasano). Além disso, Francisco lembrou do recente encontro no Vaticano quando recebeu uma delegação de monges do templo de Wat Pho.
“ Pequenos passos que ajudam a testemunhar, não só nas nossas comunidades, mas também neste nosso mundo tão instigado a gerar e propagar divisões e exclusões, que a cultura do encontro é possível. Sempre que temos oportunidade de nos reconhecer e apreciar, mesmo nas nossas diferenças (cf. Evangelii gaudium, 250), oferecemos ao mundo uma palavra de esperança, capaz de encorajar e sustentar aqueles que acabam por ser sempre os mais prejudicados pela divisão. Tais possibilidades nos lembram quão importante é que as religiões se manifestem cada vez mais como faróis de esperança, enquanto promotoras e garantes de fraternidade. ”

A presença da Igreja Católica no país

O Papa Francisco então fez referência à chegada do cristianismo na Tailândia há cerca de quatro séculos e meio e agradeceu ao povo local que “permitiu aos católicos, mesmo sendo um grupo minoritário, desfrutar de liberdade na prática religiosa, vivendo desde há muitos anos em harmonia com os seus irmãos e irmãs budistas”.

Crescer ao estilo da “boa vizinhança”

O Pontífice reiterou “empenho pessoal e de toda a Igreja” para fortalecer o diálogo aberto e respeitoso. Além disso, e motivando para um crescimento no estilo de ‘boa vizinhança’, o Papa finalizou o discurso encorajando novos caminhos a serem percorridos em conjunto e pelo bem dos mais pobres e da Casa Comum.
“ Graças aos intercâmbios acadêmicos, que permitem uma maior compreensão mútua, e também ao exercício da contemplação, da misericórdia e do discernimento – tão comuns às nossas tradições –, poderemos crescer num estilo de boa ‘vizinhança’. Poderemos promover entre os fiéis das nossas religiões o desenvolvimento de novos projetos de caridade, capazes de gerar e incrementar iniciativas concretas no caminho da fraternidade, especialmente com os mais pobres, e em referência à nossa casa comum tão maltratada. Desta forma, contribuiremos para a formação duma cultura de compaixão, fraternidade e encontro, tanto aqui como noutras partes do mundo (cf. ibid., 250). ”

Trabalhar pela paz mundial

Durante o cordial colóquio entre o Papa Francisco e o Patriarca budista, falou-se sobre valor da fraternidade entre as duas religiões, para favorecer a paz. "Se somos irmãos, podemos ajudar a paz mundial", os pobres e os que sofrem, disse o Papa, porque "ajudar os pobres é sempre um caminho de bênção".
Em seguida, o tema focado foi o valor da educação, o papel dos missionários que vêm "não para conquistar, mas para ajudar", porque "o proselitismo é proibido", e a importância de uma colaboração recíproca entre as duas religiões. Por fim, antes das saudações das duas delegações, o Santo Padre e o Patriarca abençoaram um ao outro.
Entre os presentes oferecidos por Francisco ao Patriarca, também o Documento sobre a “Fraternidade Humana em prol da Paz Mundial e da convivência comum", assinado em Abu Dhabi em fevereiro passado. O Papa disse: "Devemos trabalhar juntos para que nossa humanidade seja mais fraterna".
21 novembro 2019, 04:30

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Posted: 14 Nov 2019 04:46 AM PST
Há inúmeros fatos que demonstram a capacidade humana de accionar uma fantástica força estranha e misteriosa através da mente.
Jesus, por exemplo, acalmou, com a sua palavra, as águas revoltas do Mar da Galileia: as ondas serenaram e os ventos amainaram.
Moisés abriu as águas do Mar Vermelho para que o seu povo passasse a pés enxutos; Josué fez parar o sol para que seu exército conquistasse Jericó durante o dia; o profeta Elias fez chover e deixar de chover, segundo a sua palavra.
Tenho lido muitos fatos de pessoas que, pela fé, suportaram frios insuportáveis, as águas gélidas do oceano, dias perdidos em montanhas, sem alimento.

POSSÍVEL EXPLICAÇÃO



DESCOBRINDO PODERES
Querer explicar o fenômeno da força desencadeada pela fé parece uma façanha transcendental.
Faz-me lembrar aquela vez em que uma senhora pediu ao inventor Thomas Alva Edison para que lhe explicasse a eletricidade. Respondeu Edison:
«A eletricidade não se explica, minha senhora, usa-se.»
O que importa é usar a força da fé. Ela existe, tem sido empregada por Jesus e por outras pessoas.
Uma explicação plausível vem do facto de que o ser humano tem origem divina. É filho de Deus, feito à imagem e semelhança divina. Dentro da sua dimensão finita, tem capacidade criadora divina.
Deus criou o universo, com as suas galáxias, estrelas, planetas, sol.
Criou a Terra, com as suas montanhas, oceanos, rios, florestas, vales, rochas, praias, vulcões, terramotos, ventos, nuvens, chuvas, calor, gelos polares, desertos.
Depois, criou seres humanos, da sua própria espécie, para continuarem a obra da criação do mundo.
A simples análise dessas descrições da Bíblia fazem concluir que o ser humano é ser divino, com capacidade e poderes divinos. Em segundo lugar, que esses poderes divinos transcendem a dimensão natural e, por isso mesmo, tomam-no superior às forças e energias da natureza, portanto com possibilidade de acuar sobre qualquer estágio da natureza e da matéria, inclusive remover montanhas.

COMO PODEM AS MONTANHAS SER REMOVIDAS


Hoje, ninguém duvida de que a palavra e a fé podem remover montanhas de forma natural. 
Por exemplo, um governante pode dar ordem para que se remova uma montanha. Para cumprirem a sua ordem, milhares de pessoas, com tratores, bombas, explosivos, maquinaria, engenharia, conseguirão transportar a montanha. Se não houvesse a palavra de ordem, a montanha jamais seria deslocada.
Seja como for, ninguém porá em dúvida que aquela montanha foi lançada ao mar pela determinação da palavra. Até por esse tipo de consideração, o ensinamento de Jesus não é tão impossível quanto parece.


PODER SEM AÇÃO NADA É



Deus sempre foi o Poder Infinito, no entanto o mundo foi criado por ele há pouco tempo. Você tem poder, mas não é pelo simples facto de ter poder que os seus projetos acontecem.
Todas as pessoas do planeta têm poder, mas isso não basta. Há aquelas que não sabem que têm poder; outras sabem que têm poder mas não sabem usá-lo; ainda outras conhecem a existência do próprio poder e não querem usá-lo. O poder não é a ação. Nem a materialização.
Todo o trator tem força, mas se não for accionado, não moverá uma palha. O avião tem poder de voar, mas não sairá do chão se essa força permanecer adormecida. Poder não é ação. Sem ação não há materialização.


A PALAVRA ACIONA O PODER



Se não é o poder que move montanhas, o que é? É a palavra determinada para mover montanhas.
Deus é o Poder Infinito, mas o mundo só foi feito quando ele disse: FAÇA-SE.
A palavra é a ação divina todo-poderosa.
Veja como começa o evangelho de João:
«No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. A Palavra estava com Deus no princípio. Por ela foram feitas todas as coisas; e nada do que foi feito, foi feito sem ela.» (Jo. 1, 1-5).
Paulo escreveu aos hebreus:
«Foi pela fé que compreendemos que os mundos foram formados pela palavra de Deus.» (Hb. 11, 3).
O princípio criador do mundo foi a palavra.
A energia criadora do universo foi desencadeada pela palavra. O poder divino manifestou-se pela palavra. A palavra divina é una com Deus. Deus é a sua palavra. O ser humano também é a sua palavra.
O poder criador de uma pessoa é exercido pela sua palavra. A palavra contém a energia, a substância e a forma. Tire o dom da palavra ao ser humano e nada acontecerá na sua vida.


Posted: 06 Nov 2019 05:37 AM PST

pensamentos
A poderosa Lei da Atração (semelhantes atraem semelhantes) está na raiz de tudo que você vivencia. Assim, quando você pensa em algo, você começa o processo da atração da essência daquele assunto para sua própria experiência de vida. Uma vez que você tenha ativado um pensamento-vibração em si mesmo, dando sua atenção ao tema, a progressão da expansão ocorre. Em outras palavras, quanto mais atenção você dá a qualquer assunto, mais ativa a Vibração daquele assunto fica em você; e quanto mais isso ocorre, mais poderosa a atração é... até que, finalmente, você terá evidência irrefutável em sua própria experiência daquela Vibração ativa. Todas as coisas que acontecem em sua experiência vem por causa dos pedidos que você está enviando com seus pensamentos.
Lembre-se que, esteja você pensando coisas desejadas ou coisas indesejadas, você ainda está enviando um “pedido” para atrair mais coisas similares ao assunto de seu pensamento. E todas as coisas que acontecem a você – todas as pessoas, coisas, experiências, situações – acontecem em resposta a seu convite Vibracional.
O ápice dos relacionamentos, e circunstâncias, e eventos que você atrai para si são totalmente precisos em suas respostas a seu pedido Vibracional. Perceber como as coisas estão acontecendo para você é um modo muito claro de entender que pedidos Vibracionais você está emanando, pois você sempre obtém a essência daquilo no qual está pensando, queira você ou não. Chamamos a esta consciência pós-manifestacional de: vibrar sem direção deliberada do pensamento, exceto quando se percebe os resultados dos pensamentos apenas após eles terem se manifestado em algo real ou tangível, algo como um saldo bancário baixo, uma condição física indesejada, ou um relacionamento desagradável.

Trecho do livro :O VÓRTICE