segunda-feira, 18 de novembro de 2013

AS REENCARNAÇÕES DE JOANA DE ÁNGELIS

AS TRES GRANDES VIRTUDES DO CRISTIANISMO SÃO FE ESPERANÇA E CARIDADE,SENDO A MAIOR A CARIDADE.
"FORA DA CARIDADE NÃO HA SALVAÇÃO"


  JOANA DE ANGELIS
Um espirito que irradia ternura e sabedoria,despertando-nos para a vivenciado amor na sua mais elevada expressão,mesmo que para vive-lo,seja-nos imposta grande soma de sacrificios,trata-se do espirito que se faz conhecido pelo nome de JOANA DE ANGELIS,e que nas estradas dos seculos vamos encontra-la na mansa figura de JOANA DE CUSA.numa discipula de SÃO FRANCISCO DE ASSIS(SANTA INES=JOANA INES),na grandiosa SOR JOANA INES DE LA CRUZ e na intimorata JOANA ANGELICA DE JESUS,conheça agora cada um destes personagens que marcaram a historia com seun exemplo de humanidade e heroismo.

JOANA DE CUSA

 JOANA DE CUSA segundo informaçõesde HUMBERTO DE CAMPOS no livro BOA NOVA era alguem que posuia verdadedeira FE,narra o autor que "Entre a multidão que invariavelmente acompanhava a JESUS nas pregações do lago,achava-se sempre uma mulher de rara dedicação e nobre caráter,das mais altamente colocadas na sociedade de CAfarnaum.tratava-se de JOANA ,consorte de CUSA,intendente de ANTIPAS ,na cidade onde se conjugavam intereses vitais de comerciantes e pescadores"
 O esposo alto funcionario de Herodes,não lhe compartilhava os anseios de espiritualidade,não tolerando a doutrina de aquele Mestre que JOANA seguia com acendrado amor,vergada ao peso das injunções domesticas,angustiada pela incomprensão e intolerancia do esposo buscou ouvir a palavra de conforto de JESUS  uqe ao inves de convida-la a engrosar as fileiras dos que O seguiam pelas ruas  e estradas da Galileia,aconselhou-a a segui-lo a distancia servindo-o dentro do propio lar,tornando-se um verddeiro exemplo de atendimento cristã,no atendimento ao proximo mais proximo,seu esposo a quem deberia seguir com amorosa dedicação,sendo fiel a DEUS ,amando o companheiro do mundo,como se fora seu filho.JESUS traçou-lhe um roteiro de conduta que lhe facultou viver con resignação o resto de sua vida,mais tarde tornou-se mãe.
 Com o passar do tempo,as atribuições se foram avolumando,o esposo,após uma vida tumultuada e inditosa,faleceu,deixando JOANA sem recursos e com o filho para criar.Corajosa buscou trabalhar "Esquecendo o conforto da nobreza material,dedicou-se aos filhos das outras mães,ocupou-se com os mais suablternos afazeres domesticos,para que seu filinho tive-se pão".Trabalhou ate a velhice,ja idosa com os cabelos embranquecidos,foi levada ao circo  dos martirios,juntamente com o filho moço,para testemunhar o amor por JESUS,O MESTRE havia iluminado sua vida,acenando-lhe com esperanças de um amanhã feliz,narra HUMBERTO DE CAMPOS no livro citado:
"Ante o vocerio do povo foram ordenadas as primeiras flagelações.
ABJURA- exclama um executor  das ordens imperiais,de olhar cruel e sombrio.
A antiga discipula do senhor contempla o ceu semuma palavra de negação ou de queixa.Então o açoite vibra sobre o rapaz seminú,que exclama entre lágrimas-Repudia a JESUS minha Mae,não vez que nos perdemos-Abjura-por mim que sou teu filho'
 Apos recordar sua existencia enteira,responde:
  "Cala-te,meu filho JESUS era puro e não desdenhou o carificio.Saibamos sofrer,na hora dolorosa,porque acima de todas as felicidades transitorias do mundo,é preciso ser fial a DEUS".
Logo enseguida,as labareadas consomem o seu corpo envelhecido,libertando-a para a companhia de seu Mestre, a quem tambem soube servir e com quem aprendeu a sublimar o amor.

UMA DISCIPULA DE FRANCISCO DE ASSIS
 
 Séculos despois ,FRANCISCO "O pobrecinho de DEUS", "o sol de Assis,reorganiza o exercito do amor do rei galileu",ela tambem se candidata a viver com ele a simplicidade do EVANGELHO DE JESUS,que a todo ama e comprende,entoando a canção da FRATERNIDADE UNIVERSAL. JOANA  INES foi SANTA INES DE ASSIS ,irmã de SANTA CLARA DE ASSIS.

SOR JOANA INES DE LA CRUZ

No século XVII  ela reaparece no cenario do mundo ,para mais uma vida dedicada ao bem, Renasce em 1651 na pequenina SAN MIGUEL NEPANTIA,a uns oitenta kilómetros de CIDADE  DO MÉXICO com o nome de JUANA DE ASBAJE DE SANTILLANA,filha deum bazco e uma indígena.
 Apos tres anos de idade,fascinada pelas letras,ao ver sua irmã aprender a leer e escrever, engana a professora a e diz -lhe que sua mae mandara pedir-lhe que a alfabetiza-se.A Mestre acostumada  com a precocidade da criança,que ja respondia as perguntas que a irmã ignorava, passa a ensinar-lhe as primeiras letras.
 Começou a fazer versos aos cinco anos.
 Aos seis anos,JUANA dominava perfeitamente bem o idioma patrio,alem de possuir habilidades para a costura e outros afazeres  comuns das mulheres da época.Soube que existia no MÉXICO uma universidade e empolgou-se  com a ideia de no futuro ,poder aprender mais e mais entre os doutores.Em conversa com o pae,confidenciou suas prespectivas para o futuro.Dom MAMUEL como um  bom ,riu-se e disse gracejando:
 "Só se você se vestir de homem,porque lá os rapazes ricos podem estudar" JUANA ficou surpresa com a novidade , e logo correu  á sua mae solicitando insistentemente que a vestisse  de homen  desde ja ,poi não queria em hipotese alguma ficar fora da Universidade.
 N a capital aos 12 anos ,JUANA aprendeu latim em 20 aulas,espanhol e português,sozinha, Alem disso,falava Nahuati,uma lingua indígena. O Marques de  MANCERA,querendo criar uma corte brilhante,na tradição europeia,convidou ba menina  prodigio de 13 anos para dama de companhia de sua mulher.
 N a corte encantou a todos com sua beleza,inteligencia e graciocidade,trornando-se conhecida e admirada pelas suas poesias,seus ensaios e peças bem humoradas.Um dia o Vice-rei resolveu testar os conhecimentos vivaz da  menina e reuniu 4o especialistas da Universidade  do México para interroga-la sobre os mais diversos assuntos.A plateia assistiu, pasmada , á aquela jovem de 15 anos responder durante horas,ao bombardeio das perguntas dos professores.Etanto a plateia como os propios especialistas aplaudiram-na ,ao final ,ficando satisfeito o Vice-rei.
 A fim de se dedicar mais aos seus estudos  e penetrar com profundidade no seu mundo interior,numa busca incessante de união com o Divino,ansiosa por comprender DEUS atraves de sua criação,resolveu ingresar no Convento das Carmelitas,aos 16 anos de idade.Desacostumada com a rigidez ascética,adoeceu e retornou á corte.Seguindo a orientação do seu confessor,foi para a ORDEM DE SÃO JERÓNIMO DA CONCEIÇÃO ,que tem menos obrigaçõesa religiosas ,podendo dedicar-se ás letras e á ciencia,Tomou o nome de SOR JUANA INES DE LA CRUZ.
 Na sua confortavel cela, cercada por inumerosos livros,globos terrestes,instrumentos musicais e científicos,Juana estuda-va,escrevia seus poemas,ensaios,dramas,peças religiosas,cantos de natal e músicas sacras.Era frecuentemente visitada pór intelectuais europeus e do novo mundo intercambiando conhecimentos e experiencias.
 A linda monja era conhecida e admirada por todos,sendo os seus escritos popularizados não só  entre os religiosos,como tambem entre os estudantes e mestres das Universidades de varios lugares,era conhecida como "A MONJA DA BIBLIOTECA".
 Se imortalizou tambem por defender  o direito da mulher ser inteligente,capaz de lecionar e pregar livremente
Em 1695 houve uma epidemia de peste na região,JUANA socorreu durante o dia e a noite ás suas irmãs religiosas que ,juntamente com a maioria da população,estavam enfermas,foram morrendo aos poucos,uma a uma de suas assistidas e quando não restava mais religiosas,ela, abatida,tombou vencida aos 44 anos de idade

SOR JOANA ANGÉLICA DE JESUS


 Passados 66 anos do seu regresso á Patria Espiritual,retornou,agora na Cidade ded SALVADOR,na BAHIA,em  1671,como JOANA ANGÉLICA,filha de uma abastada familia,Aos 21 anos de idade ingresou no Convento da LAPA,como franciscana,com O Nome SOR JUANA
ANGÉLICA DE JESUS,fazendo profissão de irmã das Religiosas Reformadas de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO,foi IRMÃ,ESCRIVÃ E VIGARIA,quando em 1815 tornou-se ABADESA,e no 20 de fevereiro de 1822,defendendo corajosamente o Convento,a casa dec Cristo ,assim em honra ás jovens, assim como a honra das jovens que ali moravam,foi assassinada por soldados que lutavam contra a independencia do BRASIL
 Nos planos Divinos ,ja havia uma programação para esta sua vida no BRASIL ,desde antes,quando reencarnara no MÉXICO  como "SOR JUANA INES DE LA CRUZ",.Dai sua felicidade estrema por aprender portugués, é por isso que nas terra BRASILEIRAS ,estavam rencarnados,e reencarnariam brevemente,Espiritos ligados ela,almas comprometiad com a LEI DIVINA que faziam parte de sua familia espiritual e aos quais desejava auxiliar
 Dentre esses afeiçoamentos a JOANA DE ANGÉLIS,destacamos AMELIA RODRIGUES , educadora ,romancista,dramaturga,oradora e contista que viveu no fim do século passado e no inicio deste.


JOANA NA ESPIRITUALIDADE



 Quando na metade de século passado,"AS POTENCIAS DO CEU" SE ABALARAM,e um movimento de renovação se alastrou pela América e pela Europa,fazendo soar aos quatro cantos a canção da esperança com a revelação da vida imortal,JOANA DE ANGELIS integrou a equipe do espirito da Verdade para o trabalho da implantação do Cristianismo redivivo,do consolador prometido por JESUS e ela no LIVRO " APOS TEMPESTADE" em sua últimamenssagem,refirindo-se a sua equipe de trabalho diz:
 Quando se preparavam os dias da codificação espirita,que quando se convocaram os trabalhadores dispostos á luta ,quando se anunciavam as  horas preditas,quando se arregimentavam seareiros para a terra,escutamos o convite celeste e nos apressamos a oferecer as nossas parcas forças,quando aos mesmos, a fim de servir, na ínfima condição de sulcadores do solo onde deveriam cair" as sementes de luz do evangelho do Reino".
 Em "O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO vamos a encontrar daus menssagens assinadas por um espirito amigo". A primeira no CAP IX,item 7 com o título "A PACIENCIA"escrita em HAVRE em 1862.a segunda no CAP  XVIII itens 13 e 15 intitulada "Dar-se á aquele que tem ",psicografada no mesmo ano  que a  anterior,na cidade de BORDEUS .,Se observamos bem , veremos a mesma JOANA que nos ecreve hoje,ditando no passado uma bela página,como o modesto de nossas atitudes,em qualquer situação.No mundo espiritual,Joana estagia uma bonita região,próxima a crosta terrestre.

 Quando varios espiritos ligados a ela ,antigos cristãos equivocados se preparavam para reencarnar  ,reuniu a todos  e planejou construir na Terra,sob o ceu da BAHIA ,no BRASIL,uma copia,embora imperfeita da comunidade conde estava no Plano Espiritual,com o objetivo de redimindo os antigos cristãos ,criar uma experiencia educativa que demostra-se a viavilidade de se viver numa comunidade realmente cristã nos dias atuais .Espiritos gravemente enfermos,não nescessariamente vinculado aos seus orientadores encarnados,viram njas condições de orfãos,proporcionando oportunidade de burilamento,ao tempo em que eles proprios,se iriam liberando das injunções cvármicas mais dolorosas e avançando na direção de JESUS.
 Engenheiros capacitados foram convidados para traçarem os contornos gerais dos trabalhos e instruirem os pioneiros da futura obra

 Quando estava esboçado,JOANA procurou entrar em contato com SÃO FRANCISCO DE ASSIS,solicitando que examina-se seus planos e auxilia-se na concretização dos mesmos no plano material
 O Pobrezinho de DEUS  CONCORDOU COM A MENTORA  e se prontificou a colaboarr com a obra,desde que nossa comunidade jamis fosse olvidado o amor aos  infelizes do mundo ou negada a caridade aos " FILHOS DO CALVARIO" nem se estabelecer apressunção moral .
 Quase um século foi passado ,quando os obreiros do Senhoriniciaram na terra em 1947,a materialização dos planos de JOANA,que inspirava e orientava secundada´por Técnicos Espirituais dedicados que espalhavam ozonio ,especial pela psicosfera conturbada da região escolhida,onde seria construida a Mansão do Caminho ,nome dado a alussão á "CASA DO CAMINHO" dos primeiros Cristãos.
 Nosso interim ,os colaboradores foram reencarnando,em lugares diversos,em épocas diferentes,com a instrução variada  e experiencias diversificadas para aos poucos e quando nescessario serem "Chamados" para atender aos compromissos assumidos na espiritualidade.Nem todos porem,residiriam na comunidade,mas.de onde se encontra-sem ,enviariam a sua ajuda ,estenderiam á menssagem  evangêlica,solidarios e vigilantes,ligados ao trabalho comum.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

cromoterapia e decoração no feng shiu

Feng Shui, cromoterapia e decoração.

 

1203BRANCO
 
Decoração: Um ambiente todo branco, para algumas pessoas, pode trazer prazer e calma, e para outras, frieza, tristeza e impessoalidade. O branco nos passa também uma sensação de limpeza, até exagerada, mas atente-se ao detalhe que o branco só é branco, quando recebe uma luz intensa direta.

Feng Shui: É uma cor neutra, que pode ser usada em qualquer ambiente. Muito cuidado quando o branco aparece em demasia em um ambiente, pois nos passa uma sensação de frieza, vazio e hostilidade. Deve-se quebrar o branco com quadros e móveis bem coloridos. Para os Chineses é a cor da morte.

Cromoterapia : Ela potencializa as demais cores e representa a luz divina.
VERDE
 
Decoração: É uma cor muito usada. No chão, nos lembra da natureza. Não incide muita luz, mantendo a cor original.

Feng Shui: É uma cor neutra que representa o elemento madeira. Muito cuidado em usar a cor verde em locais que predomina o vermelho, pois teremos um local muito quente. Deve-se usar nos banheiros para elevar a energia deste local. Para casas que abrigam pessoas com problemas de saúde, o verde é uma ótima opção.

Cromoterapia: É a cor da natureza, traz força equilibrada e progresso mental e corporal. Acalma o sistema nervoso e os sentidos. Também significa esperança e satisfação.

PRETO  E  CINZA
Decoração: É usado em pequenos detalhes, principalmente quando queremos fazer um “efeito especial”, tanto dentro, como fora da casa. Ainda na área interna, é usado para fazer contrastes, principalmente com o branco. Muito usado no teto com pé direito muito alto, para dar a sensação de rebaixo.

Feng Shui: É opressivo e depressivo. Representa o elemento água e deve-se usar com muito cuidado. Em geral, é usado em pequenos detalhes na casa.

Cromoterapia: É o oposto da luz, a escuridão total.

LILÁS   e  VIOLETA
 
Decoração: Tons mais claros podem ser usados em todos os ambientes. Se for uma cor monocromática, pode cansar.

Feng Shui: Traz tranquilidade, sossego e calma. Estimula a espiritualidade. Nas casas, deve ser aplicado em locais de meditação e oração. Em excesso, pode trazer depressão e ansiedade.

Cromoterapia: Tem efeito purificador, transforma as energias negativas em positivas. Ótimo para a saúde. Acalma o coração, a mente e os nervos.

VERMELHO
 
Decoração: Muita atenção em seu uso, pois, por ser uma cor muito energética e vibrante, pode provocar excitação e nervosismo, quando aparece em excesso nos ambientes. Em pequenas doses, traz aos ambientes um ar de glamour e até um ar exótico. Em demasia, cai para a vulgaridade.

Feng Shui: Cor que ativa e estimula as áreas de relacionamento afetivo, sucesso, autoestima, fama e prosperidade. Deve ser usado com muito cuidado e em pequenas doses, pois é uma cor excitante e estimulante. No quarto de casal, ativa a sexualidade. Na sala ou cozinha, estimula o apetite e a fala. Em excesso, provoca brigas, confusões e explosões de humor.

Cromoterapia: Muito indicado para pessoas tímidas e retraídas porque estimula a atividade mental e quebra barreiras. Revigora a coragem e a força de vontade
AZUL
 
Decoração: Pode ser usado em grandes áreas sem tornar-se cansativo, mas deve ser combinado com outras cores para evitar a monotonia, tons mais escuros, transmite autoridade.

Feng Shui: É uma cor calmante e traz tranquilidade aos ambientes. Deve-se tomar muito cuidado em locais cujas paredes são pintadas de azul claro, pois pode provocar sono em excesso. Já, para quem é muito agitado, é uma boa opção.

Cromoterapia: Nos passa calma e serenidade. Também é asséptico e desestressante.
LARANJA
 
Decoração: Abre e estimula o apetite, sendo muito usado em cozinhas. Pode ser usado na sala de jantar, em uma só parede, em tons bem suaves. Em tons mais escuros, sugere estabilidade.

Feng Shui: Em pequenas doses, estimula os sentidos, a criatividade e a comunicação. Boa para áreas da casa que se quer  estimular o diálogo, como sala de visitas, de jantar e cozinhas. Em excesso, pode provocar conversas demais e até rebeldia.

Cromoterapia: Auxilia a mente a assimilar novas ideias, mas deve ser usado com certo cuidado.
AMARELO
 
Decoração: É muito usado para esquentar áreas escuras e para dar mais iluminação. Em pisos, provoca sensação de avanço. Em grandes áreas e superfícies, pode incomodar por causa da incidência de luz.

Feng Shui: É a cor da luz, estimula a comunicação, atividades mentais e abre o apetite. Deve ser usado no quarto de estudo ou no quarto de criança. Na cozinha, em doses equilibradas, em excesso, provoca muita conversa e pensamentos acelerados e confusos, provocando preocupação.

Cromoterapia: É uma cor que atua diretamente sobre o mental. É animador, inspirador e estimula o raciocínio. Ajuda no autocontrole e fortalece os ouvidos e os olhos.
Agora você já sabe o significado de cada cor. Mãos a obra, pense em quais características ou atitudes mais frequentes em sua família que você deseja mudar ou estimular.
Mas para você não cair no erro de ter ambientes com uma cor só e de se tornarem  cansativos, na minha próxima postagem, você vai aprender a combinaras cores com harmonia, utilizando o disco cromático, ou seja, cores primárias, secundárias e terciárias.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Afinal é valido o termo hindu

Afinal, É Válido o Termo “Hindu”?


Sri Nandanandana

Uma investigação das diferentes teorias para a origem do termo “hindu” e de sua validade para designar a cultura védica.

É importante esclarecermos o uso das palavras “hindu” e “hinduísmo”. O fato é que o verdadeiro “hinduísmo” se baseia no conhecimento védico, que é relacionado à nossa identidade espiritual. Muitas pessoas aceitam sim o termo como o mesmo que sanatana-dharma, que é um termo sânscrito mais preciso para o caminho védico. Nossa genuína identidade espiritual está além de quaisquer nomes temporários, como cristianismo, islamismo, budismo ou mesmo hinduísmo. Afinal, Deus jamais Se descreve como pertencente a quaisquer de tais categorias, dizendo-Se apenas um Deus cristão ou um Deus muçulmano ou um Deus hindu. Por isso alguns dos maiores mestres espirituais da Índia evitam se identificar apenas como hindus. O caminho védico é eterno, logo além de todas essas designações temporárias. Estou, então, chamando o nome “hindu” de uma designação temporária?

Temos que nos lembrar de que o termo “hindu” sequer é sânscrito. Numerosos estudiosos dizem que o mesmo não se encontra em parte alguma da literatura védica. Então, como esse nome pode realmente representar a cultura ou o caminho védico? E sem a literatura védica, não há base para “hinduísmo”.

A maioria dos estudiosos considera que o nome “hindu” foi desenvolvido por estrangeiros invasores que não conseguiam pronunciar o nome do rio Sindhu apropriadamente. Algumas fontes defendem que foi Alexandre, o Grande, quem pela primeira vez renomeou o rio Sindhu para Indu, omitindo o “s” inicial e assim tornando mais fácil a pronúncia para os gregos. O rio ficou conhecido, então, como Indus. Isso se deu quando Alexandre invadiu a Índia por volta de 325 a.C. Suas forças macedônias, então, passaram a chamar a terra a leste do Indus de Índia, um nome usado especialmente durante o regime britânico.


Rio Sindhu.

Posteriormente, quando os invasores muçulmanos chegaram de localidades como o Afeganistão e a Pérsia, chamaram o rio Sindhu de rio Hindu. Consequentemente, o nome “hindu” foi usado para descrever os habitantes das terras nas províncias do noroeste da Índia, onde se localiza o rio Sindhu, e a região em si foi chamada de “Hindustão”. Porque o som sânscrito de “s” se torna “h” na língua parse, os muçulmanos pronunciavam sindhu como hindu, muito embora as pessoas da área pessoalmente não usassem o nome “hindu”. A palavra foi usada pelos estrangeiros muçulmanos para identificar as pessoas e a religião daqueles que viviam naquela área. Com o tempo, mesmo os indianos conformaram-se com o termo utilizado por aqueles no poder e adotaram os nomes hindu e Hindustão. De outro modo, a palavra não tem significado exceto por aqueles que lhe dão valor ou a usam por conveniência.

Outra visão do termo “hindu” demonstra a desorientação que causa no entendimento da verdadeira essência dos caminhos espirituais da Índia. Como escrito por R. N. Suryanarayan em seu livroUniversal Religion (p.1-2, publicado em Mysore em 1952): “A situação política do nosso país há séculos, digamos entre vinte e vinte e cinco séculos, torna muito difícil compreender a natureza desta nação e de sua religião. Os estudiosos ocidentais, e historiadores também, fracassaram no que diz respeito a traçar o verdadeiro nome desta terra Brahman, um país de dimensões continentais, e, portanto, contentaram-se em tratá-la pelo termo ‘hindu’, apesar de ser um termo sem sentido. Essa palavra, que é uma inovação estrangeira, não é utilizada por nenhum de nossos escritores sânscritos ou reverenciados acharyas em suas obras. Parece que o poder político foi o responsável por insistir na continuação do uso da palavra ‘hindu’. A palavra ‘hindu’ se encontra, é claro, na literatura persa. Hindu-e-falak significa ‘o negro do céu’ e ‘Saturno’. Na língua arábica,hind, não hindu, significa ‘nação’. É vergonhoso e ridículo ler o tempo todo na história que o nome ‘hindu’ foi dado pelos persas ao povo de nosso país quando aportaram no solo sagrado de Sindhu”.

Outra visão da fonte do nome “hindu” se baseia em um sentido depreciador. É dito ser “certo que o nome ‘hindu’ foi dado à raça ariana original da região por parte dos invasores muçulmanos a fim de humilhá-los. Na língua persa, a palavra significa ‘escravo’, e, de acordo com o islã, todos aqueles que não aderem ao islã são chamados de ‘escravos’”. (Maharishi Shri Dayanand Saraswati Aur Unka Kaam, editado por Lala Lajpat Rai, publicado em Lahore, 1898, em Introdução)

Um dicionário persa intitulado Lughet-e-Kishwari, publicado em Lucknow em 1964, fornece o significado da palavra “hindu” como “chore [ladrão], dakoo [saqueador], raahzan [assaltante] e ghulam [escravo]”. Em outro dicionário, o Urdu-Feroze-ul-Laghat (Parte Um, p. 615), o significado persa da palavra hindu é descrito ainda como barda (criado obediente), sia faam (cor negra) e kaalaa (preto). Assim, tudo isso são expressões denigritórias ao povo indiano na visão dos persas.

Basicamente, então, “hindu” é a mera continuação do termo muçulmano que se tornou popular apenas dentro dos últimos 1300 anos. Desta forma, podemos entender que não é um termo sânscrito válido, tampouco tem algo a ver com a verdadeira cultura védica ou o caminho espiritual védico. Nunca existiu uma religião que se chamasse hinduísmo até o povo indiano em geral colocar valor nesse nome e aceitar o seu uso. É surpreendente, então, que alguns acharyasindianos e organizações védicas não se interessem por usar o termo?

A grande confusão começou quando o nome “hinduísmo” passou a ser usado para indicar a religião do povo indiano. As palavras “hindu” e “hinduísmo” foram usadas frequentemente pelos britânicos com o intuito de grifar as diferenças religiosas entre os muçulmanos e as pessoas que se tornaram conhecidas como hindus. Isso foi feito com a intenção bem-sucedida de criar atrito entre os habitantes da Índia de acordo com a política britânica de “dividir e reinar” para tornar mais fácil seu contínuo domínio sobre o país.

Todavia, devemos mencionar que outros que tentam justificar a palavra “hindu” apresentam a ideia de que os rishis de tempos remotos, muitos milhares de anos atrás, também chamavam a Índia central de Hindustão, e o povo que vivia ali, de hindus. O seguinte verso, supostamente pertencente ao Vishnu Purana, Padma Purana e à Bruhaspati Samhita, é apresentado como prova, mas ainda não estou certo em relação a onde exatamente o verso pode ser encontrado:

aasindo sindhu aryantham yasyabharatha bhumikah
mathrubhuh pithrubhuchaiva sah vai hindurithismrithaah

Outro verso diz: sapta sindhu muthal sindhu maha samudhram vareyulla bharatha bhumi aarkkellamaano mathru bhumiyum pithru bhumiyumayittullathu, avaraanu hindukkalaayi ariyappedunnathu. Ambos os versos mais ou menos indicam que quem quer que considere a terra de Bharatha Bhumi, entre o Sapta Sindu e o Oceano Índico, como sua terra natal é conhecido como “hindu”. Porém, aqui também temos a menção do verdadeiro e antigo nome da Índia, que é Bharata Bhumi. “Bhumi” significa Mãe Terra, mas Bharata é a terra de Bharata, ou Bharata-varsha, que é o território indiano. Em numerosas referências védicas nos Puranas, no Mahabharata e outros textos védicos, a região da Índia é referida como Bharata-varsha, ou a terra de Bharata, e não Hindustão. O nome Bharata-varsha certamente ajuda na apresentação das raízes e do passado glorioso do país e de seu povo, especialmente em relação à sua cultura védica.

Outras duas referências comumente utilizadas são as seguintes:

himalayam samaarafya yaavat hindu sarovaram
tham devanirmmitham desham hindustanam prachakshathe

himalyam muthal indian maha samudhram vareyulla
devanirmmithamaya deshaththe hindustanam ennu parayunnu

Estas também indicam que a região entre os Himalayas e o Oceano Índico se chama Hindustão. Assim, a conclusão é que todas as pessoas da Índia são hindus independente de sua casta ou religião. É claro que nem todos concordarão com isso.

Outros dizem que, no Rig Veda, Bharata é referido como o país de “Sapta Sindhu”, isto é, o país de sete grandes rios. Isso é naturalmente aceitável. Contudo, exatamente de qual livro e de qual capítulo esse verso vem é algo que precisa ser esclarecido. Não obstante, alguns dizem que a palavra sindhu se refere a rios ou mares, e não meramente ao rio específico chamado Sindhu. Além disso, é dito que, no sânscrito védico, de acordo com dicionários antigos, sa era pronunciado como ha. Assim, pronunciava-se “Sapta Sindhu” como “Hapta Hindu”. Supõe-se, então, que foi assim o surgimento da palavra “hindu”. Também se diz que os antigos persas se referiam a Bharata como “Hapta Hind”, como registra o clássico Bem Riyadh. Essa é outra razão para alguns estudiosos acreditarem que a palavra “hindu” tem sua origem na Pérsia.

Outra teoria é que o nome “hindu” sequer vem do nome Sindhu. A. Krishna Kumar explica: “Essa visão [de Sindhu/Hindu] é insustentável uma vez que os indianos naquele tempo tinham a mais elevada e invejável posição no mundo em termos de civilização e riquezas, e não é possível que não tivessem um nome. Eles não eram aborígenes desconhecidos aguardando para serem descobertos, identificados e cristianizados por estrangeiros”. Ele cita um argumento do livro Self-Government in India, por N. B. Pavgee, publicado em 1912. O autor cita um idoso swami e sanscritista de nome Mangal Nathji, que encontrou um antigo Purana conhecido como Brihannaradi na vila Sham, Hoshiarpur, Punjab. O mesmo continha este verso:

himalayam samarabhya yavat bindusarovaram
hindusthanamiti qyatam hi antaraksharayogatah

Mais uma vez, a localização exata desse verso no Purana não é informada, mas Kumar o traduz assim: “A terra compreendida entre as montanhas Himalayas e o Bindu Sarovara (Cabo Camorim) é conhecida como Hindusthan pela combinação da primeira sílaba ‘hi’, de ‘Himalaya’, e a última sílaba ‘ndu’, de ‘bindu’”.

Acredita-se, é claro, que isso deu origem ao nome “hindu”, atribuindo uma origem indígena ao nome. A conclusão é que as pessoas vivendo nessa área são conhecidas, portanto, como “hindus”.

De qualquer modo que essas teorias possam apresentar suas informações e de qualquer modo que possamos refletir sobre elas, o nome “hindu” tem origem simplesmente como uma designação corpórea e regional. O nome “hindu” se refere a uma localização e a seus habitantes, e originalmente não tinha nenhuma ligação com a filosofia, a religião ou a cultura das pessoas, que certamente podiam mudar de uma para outra. É certamente correto dizer que todos da Índia são indianos, mas e quanto à sua religião e ao seu pensamento? Estes são conhecidos por numerosos nomes segundo as várias aparências e crenças. Assim, eles não são todos hindus, e muitos que não seguem o sistema védico já objetam serem chamados por esse nome. “Hindu”, portanto, não é o nome mais apropriado para um caminho espiritual, senão que o termo sânscrito sanatana-dharma é muito mais apropriado. A cultura dos indianos antigos e sua história é a cultura védica, ou o dharma védico. É mais acertado, portanto, usar um nome baseado nessa cultura para aqueles que a seguem do que um nome que apenas diz respeito à localização de um povo.

Por conseguinte, o caminho espiritual védico é mais adequadamente tratado por sanatana-dharma, que significa “a ocupação imutável e eterna da alma em seu relacionamento com o Ser Supremo”. O dharma do açúcar, por exemplo, é ser doce, e isso não muda. E se não é doce, não é açúcar. Ou o dharma do fogo é fornecer calor e luz. Se não faz isso, não é fogo. Da mesma forma, existe umdharma, ou natureza, próprio da alma, que é sanatana, eterno. Tal dharma é imutável. Há, portanto, o estado de dharma e o caminho do dharma. Seguir os princípios do sanatana-dharma pode nos levar ao estado puro de reavermos nossa esquecida identidade espiritual e nosso relacionamento com Deus. Essa é a meta do conhecimento védico. Assim, o conhecimento dos Vedas e de toda a literatura védica, tal como a mensagem do Senhor Krishna no Bhagavad-gita, bem como os ensinamentos das Upanishads e dos Puranas, não se limitam apenas a hindus, que são restritos a determinada regiões do planeta ou famílias. Esse conhecimento, na verdade, destina-se ao mundo inteiro. Como todos são seres espirituais e têm a mesma essência espiritual, como descrevem os princípios do sanatana-dharma, todos têm o direito e o privilégio de entender esse conhecimento.

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

o derretimento do gelo na antártida está revelando pirámides

O derretimento da Antártida está revelando pirâmides; assista

06/11/2013 | 10h19min

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida, por uma equipe de cientistas americanos e europeus. Duas foram descobertas cerca de 16 milhas para o interior, enquanto a terceira muito perto da costa.

Os primeiros relatórios sobre as pirâmides apareceram na mídia ocidental no ano passado. Algumas fotos foram publicadas em alguns sites com um comentário de que as estruturas estranhas poderiam servir como prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o suficiente para ter sido habitado por uma civilização.

Imagem aérea tomada através do gelo do Pólo Sul parece mostrar dois ou, possivelmente, três pirâmides em uma linha, em uma formação semelhante às pirâmides de Gize.

Até agora, pouco se sabe sobre as pirâmides e a equipe prefere manter silêncio sobre a descoberta. A única informação confiável, fornecida pelos cientistas, era de que eles estavam planejando uma expedição para as pirâmides e continuar a investigar e determinar, com certeza, se as estruturas eram artificiais ou naturais. Nenhum detalhe foi dado sobre o calendário da expedição.

Se os pesquisadores provarem que as pirâmides são estruturas feitas pelo homem, a descoberta poderá levar a uma revisão da história da humanidade
Enquanto isso, uma série de descobertas estranhas, mas interessantes, têm sido feitas, recentemente na Antártida. Em 2009, cientistas encontraram partículas de pólen, o que poderia permitir afirmar que as palmeiras cresceram na Antártica e que as temperaturas do verão chegariam 21C. Três anos depois, em 2012, os cientistas do Instituto de Pesquisas do Deserto, em Nevada, identificaram 32 espécies de bactérias, em amostras de água, do Lago Vida na Antártida Oriental. Uma civilização que não aparece na nossa história.

Será possível afirmar que a Antártida já foi quente o suficiente, no passado recente, para ter permitido a existência de uma civilização que ali viveu? E ainda mais surpreendente é a questão de saber se os restos de uma cultura avançada e desenvolvida estarão estão enterrados sob o gelo.

Os estudiosos e egiptólogos já suspeitavam que a Esfinge é muito mais antiga do que o imaginado, possivelmente mais de 10.000 anos de idade. Os cientistas descobriram que a evidência de erosão hídrica na estátua antiga, a maior do mundo, tem uma história de mudanças climáticas a partir de uma floresta tropical ao calor do deserto em alguns milhares de anos. Se o clima no Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima da Antártida também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?
De acordo com a teoria da correlação Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé foi realizada em um período anterior entre 12,500 ano 10.500 AC, motivando esta retroactividade uma correlação entre a localização das três principais pirâmides na Necrópole de Gizé e as três estrelas da constelação de Órion, e que esta correlação foi intencionalmente criado por pessoas que construíram as pirâmides.

A referência à data de 12.500 anos atrás é significativa para o estudioso Graham Hancock, uma vez que a posição das pirâmides pode indicar o momento exato em que uma civilização avançada desapareceu devido a um cataclismo global.
Em seu livro 'As Pegadas dos Deuses', Hancock encontrou pistas que levam a uma conclusão: as pirâmides foram construídas em todas as culturas ao redor do planeta e os seus monumentos contêm claras configurações astronômicas mais ou menos evidentes.

Antártida pirámidesDe Antigos testemunhos de muitas comunidades – a Grande Esfinge do Egito, os misteriosos templos de Tiahuanaco, as linhas gigantes de Nazca, no Peru, as pirâmides maciças do Sol e da Lua no México – o estudo os comparou com os mitos e lendas universais e mapas que datam dos tempos antigos, sugerindo que a existência de um povo com uma inteligência superior com tecnologia sofisticada e conhecimento científico detalhado, cuja “pegada”, no entanto, foi completamente exterminada por um desastre de enormes proporções.
Cada cultura tem adorado os seus reis como deuses. Suas religiões foram todas destinadas a encontrar a imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com o conhecimento antecipado dos movimentos celestes. A cobra-réptil é uma figura simbólica que está presente em todas as culturas e é considerada sagrada.

Antártida pirámidesEsta grande unidade cultural, de acordo com Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de um acaso repentino, mas foi “ajudada” por alguém com conhecimento cultural e tecnologia avançada. A prova que sustenta esta teoria é a expansão da agricultura.

Descobriu-se que a agricultura nasceu, simultaneamente, em, pelo menos, seis regiões do mundo sem ligação aparente entre eles: América Central e do Sul, o Crescente Fértil, África Central, Leste da China e do Sudeste Asiático.

Antártida pirámidesEm conclusão

Lemos com apreensão os relatórios do aquecimento global alertando que tanto o Ártico e a Antártida estão derretendo. Muitos poderão viver para ver o dia em que serão expostos em todo continente da Antártida os artefatos dos antigos que viviam lá. Se houver uma pirâmide gigante, isto irá vai mudar o pensamento do mundo, definitivamente. Até o momento não conseguimos recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia. Portanto, a questão é: quem, ou o quê, são que estas pirâmides na Antártida? O que eles deixaram para trás?

Veja o vídeo das pirâmides de Antarctica, transmissão RAI Itália:

Misteriosas pirámides en la antártida por Sereslibres

seres libres

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

hinduismo:os avatar de krishna

Os Avataras do Senhor Krishna

All Incarnations
Sri Nandanandana
O Ser Supremo faz Seu advento em várias formas e encarnações. Na verdade, “encarnação” não é a palavra apropriada, uma vez que significa “aparecer na carne”. O Senhor faz Seu advento em Sua própria forma, e não nos elementos ou na carne deste mundo. O nome apropriado para essa descida do Senhor é avatara, embora muitas vezes se use a palavra “encarnação” para dizer o mesmo. Cada vinda, ou avatara do Senhor, tem uma missão específica, mas, primariamente, ajudam a manter o mundo, guiar os seres vivos na vida e atraí-los de volta ao domínio espiritual.
O momento e a razão para essas encarnações é que, sempre e onde quer que haja um declínio da religião e uma ascensão de irreligião, o Senhor Krishna Se manifesta. Deste modo, a fim de proteger os sadhus (os piedosos), destruir os invejosos e reestabelecer os princípios da religião, Ele faz Seu advento milênio após milênio.1
O Senhor Krishna aparece em cada universo. Quando Suas atividades são encerradas em um universo, Ele começa Seus passatempos em outro. Assim, Seus passatempos eternos prosseguem dessa maneira enquanto a manifestação material continue. Ademais, Seus devotos eternamente libertos também O seguem de um universo a outro a fim de acompanharem-nO em Seus venturosos passatempos.2
Também se juntam ao Supremo aqueles devotos que estão quase perfeitos em sua consciência espiritual. Por se juntarem aos passatempos do Senhor em outro universo e por sua associação direta com o Senhor e Seus devotos puros, podem completar as qualificações necessárias para entrarem diretamente na atmosfera espiritual. É assim como o Ser Supremo exibe os passatempos eternos do domínio espiritual dentro da criação material e atrai as almas materialmente condicionadas.
As Principais Encarnações do Ser Supremo
Há vinte e dois principais lila-avataras do Ser Supremo, que aparecem ao longo das eras. Todos eles têm formas ou aspectos corpóreos específicos, assim como propósitos particulares. São listados em vários textos védicos, especialmente nos Puranas, e seus muitos passatempos são ali explicados em detalhes.
The Four Kumaras Become Devotees of Lord Vishnu
A primeira dessas encarnações são os quatro filhos de Brahma, os Kumaras. Eles fizeram o voto de celibato e se submeteram a severas austeridades para conhecerem a Verdade Absoluta. São considerados almas jivas dotadas de poder, ou shaktyavesha-avataras, cuja missão foi ensinar o processo do desenvolvimento espiritual.3 O conhecimento da verdade espiritual havia desaparecido na devastação universal anterior, e eles ajudaram no seu restabelecimento.4
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O Senhor Varaha foi o segundo avatara, o qual teve a forma de um gigantesco javali. Ele ergueu o planeta Terra para fora das águas imundas das regiões inferiores do universo, uma atividade apropriada para um javali. Fez isso a fim de neutralizar as atividades nefastas dos demônios que haviam deixado o planeta Terra em risco.5
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A terceira encarnação foi um sábio entre os semideuses, Devarshi Narada Muni, outra personalidade investida de poder. Ele reuniu exposições dos Vedas que lidavam com o processo do serviço devocional ao Senhor Krishna e compôs o grande clássico Narada-pancharatra. Também viajou pelo universo cantando as glórias do Senhor e dando instruções pertinentes a bhakti-yoga e a como obter verdadeira felicidade. Assim, possui muitos discípulos por toda a criação.6 Narada Muni certa vez aprendeu a ciência do serviço devocional ao Senhor durante a encarnação Hamsavatara do Senhor, a forma do Supremo similar a um cisne, que ficara muito satisfeita com Narada.7
Nara and Narayana Appear Before Markandeya Rshi
Na quarta encarnação, o Senhor se tornou os filhos gêmeos conhecidos como Nara e Narayana. Eles nasceram de Murti, a esposa do rei Dharma. Eles se submeteram a severas austeridades na área de Badarikashrama (Badrinatha) nos Himalayas de sorte a demonstrarem o processo de controle dos sentidos para o progresso espiritual.8 As beldades celestiais certa feita foram com as companheiras de Cupido até Narayana a fim de divergirem-nO de Seus votos, mas fracassaram e viram muitas outras belas mulheres como elas emanando do Ser Supremo. Tudo parte do Supremo, que permanece desapegado de todas as Suas manifestações.9
Amsuman Prays to Lord Kapila
A quinta encarnação foi o Senhor Kapila, o mais destacado entre os seres perfeitos. Ele foi o primeiro a explicar o sistema de filosofia sankhya e o caminho de compreensão da Verdade pela análise dos elementos materiais.10 Foi o filho do sábio Kardama Muni e de sua esposa Devahuti. Também apresentou grandes ensinamentos à sua mãe sobre a ciência do serviço devocional ao Senhor Supremo, por meio do que ela se livrou de todas as tendências materiais e logrou a libertação.11 Essa doutrina é apresentada em detalhes no Srimad-Bhagavatam.
Lord Rshabhadeva Instructs His Sons
A sexta encarnação apareceu como Dattatreya, o filho do sábio Atri e de sua esposa Anasuya, ambos os quais haviam orado pedindo que uma encarnação fosse filho deles. Falou acerca do tópico da transcendência a Alarka, Prahlada, Yadu, Haihaya e outros.12
A sétima encarnação foi Yajna, o filho de Ruci e de sua esposa Akuti. Durante o tempo de Svayambhuva Manu, não havia nenhuma entidade viva qualificada para o posto de Indra, o rei do paraíso, Indraloka. Yajna, então, assumiu o posto de Indra e foi auxiliado por Seus filhos, como Yama, o senhor da morte, e outros semideuses, na administração dos assuntos do universo.13
O rei Rishabha foi a oitava encarnação, que apareceu como o filho do rei Nabhi e sua esposa Merudevi. Mais uma vez, demonstrou o caminho da perfeição espiritual pela prática de yoga e instruindo Seus filhos no processo de tapasya, austeridades para o desenvolvimento espiritual. Esse caminho santifica a existência de quem o segue e conduz à felicidade espiritual perpétua. Esse caminho é seguido por aqueles que controlaram completamente seus sentidos e são honrados por todas as ordens de vida.14
The Supreme Lord in His Hayagriva Incarnation
O Senhor também apareceu como Hayagriva, “aquele de cabeça de cavalo”. Foi uma encarnação de cor dourada que surgiu durante um sacrifício realizado por Brahma. Quando Ele exalou, todos os doces sons dos Vedas partiram de Suas narinas.15
King Prthu Enters His City
A nona encarnação foi Prithu, que aceitou o corpo de um rei. Os sacerdotes brahmanas oraram por Sua vinda a fim de que neutralizasse os problemas que haviam sido causados pelas atividades ímpias do rei anterior, de nome Vena. Prithu fez vários arranjos para cultivar a terra e produzir grande variedade de produtos.16 Embora o rei Vena houvesse sido condenado ao inferno pelas reações de seus erros e pela maldição dos brahmanas, Prithu o salvou.17
Depois do tempo de Chakshusha Manu, houve completa inundação em todo o mundo. Manu foi alertado sobre essa enchente e construiu um barco no qual ele e sua família sobreviveram. O Senhor aceitou a forma de um imenso peixe para proteger Vaivashvata Manu e guiar o barco em segurança até um imenso pico de uma montanha. Esse foi o avatara Matsya. Depois do período de cada Manu, há uma devastação de água no planeta. O Senhor, então, aparece regularmente a fim de mostrar favor especial a Seus devotos e protegê-los da devastação, assim como para permitir um novo começo para a sociedade. Ele, destarte, protege da destruição todas as entidades vivas bem como os Vedas.18 Depois da última inundação, Manu e sua família e as criaturas vivas sobreviventes repovoaram a Terra. O povo local de Uttarakhand, no norte da Índia, identifica Nanda Devi como o pico da história da enchente.
Kurma Churns The Mandara Mountain
A décima primeira encarnação do Supremo foi na forma de uma imensa tartaruga, Kurma, cuja principal missão foi fazer o papel de um pivô para a colina Mandara, que foi usada como braço de pilão pelos demônios e semideuses. O evento foi que os demônios e semideuses queriam produzir néctar a partir do oceano através dessa batedura, pois o néctar os tornaria imortais. Cada um dos lados queria ser o primeiro a obter a bebida, e as costas do Senhor Kurma foi o local de assento da colina.19 Conforme a montanha se movia de um lado a outro sobre as costas de Kurma enquanto Ele estava parcialmente dormindo, Ele experimentou uma sensação de coceira.20
Dhanvantari With the Pot of Nectar
Na décima segunda encarnação, o Senhor apareceu como Dhanvantari, que produziu o néctar que surgiu da batedura. Ele é considerado o senhor da boa saúde. É Ele quem inaugurou a ciência médica no universo.21 O Senhor aceitou a décima terceira encarnação tornando-Se Mohini, a mais bela das mulheres, que enganou os demônios de modo a que o cântaro com o néctar fosse dado aos semideuses. Assim, o Senhor impediu o caos que decorreria caso os demônios bebessem o néctar e se tornassem imortais.22
Lord Nrsimhadeva Slays The Demon Hiranyakashipu
Na décima quarta encarnação, o Senhor apareceu como Narasimhadeva, a forma meio homem meio leão que exibiu a ira e o poder do Ser Supremo quando um de Seus devotos foi colocado em perigo. O Senhor colocou o demônio Hiranyakashipu sobre Seu colo e, com Suas longas unhas, rasgou o corpo do ateísta que havia ameaçado a vida de seu filho, Prahlada, um leal devoto do Senhor.23 Esta é uma das histórias mais populares entre as histórias descritas nos Puranas.
Lord Vamanadeva, The Dwarf Incarnation
Na décima quinta encarnação, o Senhor, como Vamana, assumiu a forma de um brahmana anão. Ele apareceu como o caçula de Sua mãe, Aditi. Ele visitou a arena sacrificial de Bali Maharaja fingindo pretender pedir por meros três passos de terra. Bali, uma vez solicitado, rapidamente concordou em dar a Terra, pensando que aquele anão não poderia receber muitas terras com Suas passadas. Contudo, quando Vamana deu dois passos, Seu corpo se tornou tão imenso que cobriu todo o universo. Não havia mais lugar para dar Seu terceiro passo, motivo pelo qual Bali, compreendo que estava diante do Ser Supremo, ofereceu sua cabeça para o último passo. Assim, Vamana fez Bali humilde, em consequência do que Bali se qualificou para ter seu próprio planeta.24
Parashurama Incarnation
Na décima sexta encarnação, o Senhor aceitou a poderosa forma de Parashurama e aniquilou a viciosa classe de reis guerreiros vinte e uma vezes a fim de livrar a Terra do fardo de tais regentes nefastos. Deste modo, pôde estabelecer uma administração nobre.25
Narada Muni Encourages Vyasadeva to Write the Srimad Bhagavatam
A décima sétima encarnação foi Srila Vyasadeva, que apareceu como o filho de Parashara Muni e sua esposa Satyavati. Sua missão foi dividir o Veda único em vários ramos e sub-ramos a fim de que as pessoas que são menos inteligentes possam compreendê-los facilmente.26 Ele, então, compôs os textos védicos mais importantes, culminando em seu próprio comentário à literatura védica na forma do Srimad-Bhagavatam. Desta maneira, o Veda único se tornou as quatro principais samhitas, a saber, os Vedas Rig, Yajur, Sama e Atharva. Vieram, então, os textos Brahmanas, os Vedanta-sutras, o Mahabharata e, então, os Puranas, dos quais Vyasadeva considerou o Bhagavata Purana (Srimad-Bhagavatam) o mais importante e completo.
Sita, Rama, and Lakshman in the Forest
Na décima oitava encarnação, o Senhor apareceu como o rei Rama. A fim de agradar os semideuses e a humanidade, exibiu Seus poderes sobre-humanos como o rei ideal e matou o rei demônio Ravana.27 Esta é uma das narrativas mais populares em toda a Índia, a qual está registrada no grande épico védico conhecido como Ramayana. O Senhor Rama apareceu na família de Maharaja Ikshvaku como o filho de Maharaja Dasharatha, junto de Sita, Sua potência interna e esposa. Sob a ordem de Dasharatha, o Senhor Rama foi para a floresta para viver com Sita e Seu irmão Lakshmana. Enquanto na floresta, Sita foi raptada pelo demônio Ravana, o que abriu caminho para que o Ramayana fosse contado. Aflito, Rama saiu em busca de Sita. Com olhos vermelhos de ira, Ele procurou por Sita por toda a Índia com Seu olhar, e olhou também para a cidade de Ravana, que, à época, localizava-se no atual Sri Lanka. Todos os seres aquáticos no oceano começaram a ser queimados pelo calor de Seus olhos irados, motivo pelo qual o oceano abriu-Lhe caminho. Durante o curso da batalha, o orgulhoso Ravana foi morto pela flecha disparada pelo Senhor Rama, que, então, uniu-Se novamente a Sita.28
Krishna and Balarama in Vrindavana
Nas encarnações décima nona e vigésima, o Senhor veio pessoalmente como o Senhor Krishna e Seu irmão, o Senhor Balarama, na dinastia Yadu, próximo ao fim de Dvapara-yuga. Ele exibiu maravilhosos passatempos para atrair as pessoas e, mais uma vez, aliviou o fardo do mundo livrando-o de numerosos demônios e ateístas.29 O Senhor Krishna é diretamente a Personalidade de Deus original, e Balarama é a primeira expansão plenária do Senhor. De Balarama, vêm todas as outras expansões do Divino.
Buddha Incarnation
A próxima encarnação do Senhor apareceu no começo de Kali-yuga como o Senhor Buddha, o filho de Anjana, com o propósito de iludir os invejosos que haviam utilizado mal o caminho védico e para pregar um sistema simples de não-violência.30 À época, as pessoas em geral estavam se desviando da execução apropriada do sistema védico e, utilizando erroneamente a recomendação védica de sacrifícios, começaram a oferecer e comer animais. Buddha condenou todas essas atividades e ensinou as pessoas a simplesmente segui-lO. Ele, deste modo, enganou as pessoas sem fé, que, por fim, tiveram fé no Senhor Buddha.
Kalki Incarnation
A vigésima segunda e última encarnação do Supremo aparecerá no fim de Kali-yuga, na conjunção do próximo yuga. Ele nascerá como a encarnação Kalki, o filho de Yasha, quando os regentes da Terra terão se degenerado à condição de ladrões e saqueadores comuns.31 Nesse período, não haverá tópicos sobre Deus, nem algum tipo de conhecimento de religião. Então, porque as pessoas serão excessivamente incapazes mentalmente para compreender a filosofia, Ele, em vez de tentar ensinar ou mostrar o caminho de progresso, simplesmente matará os ladrões tolos que estarão vagando pela Terra. Isso acontecerá daqui a cerca de 427.000 anos. [Detalhes sobre o Senhor Kalki e Suas atividades são fornecidos em um de meus primeiros livros, The Vedic Prophecies: A New Look into the Future.]
Como resume o Srimad-Bhagavatam (1.3.28), todas essas encarnações são ou porções plenárias ou porções das porções plenárias do Senhor. Contudo, como explicado, krishnas tu bhagavan svayam, o Senhor Sri Krishna é a Suprema Personalidade de Deus original, a fonte de todas as outras expansões ou avataras.
Embora homens instruídos discutam o nascimento e as atividades do Supremo não nascido, o Senhor do coração, os tolos que têm um pobre fundo de conhecimento não podem entender a natureza transcendental das formas, nomes e atividades do Ser Supremo, que interpreta como um ator em uma peça teatral.32 Somente aqueles que prestam serviço favorável ao Senhor Krishna podem conhecer o criador do universo em Sua completa glória, poder e transcendência.33
As Encarnações Manu
Os Manus são as quatorze encarnações que aparecem por certa duração ao longo de um dia de Brahma. O dia de Brahma é calculado como 4.300.000 anos (o tempo de um ciclo dos quatro yugas) vezes 1.000. Dentro de um dia de Brahma, há quatorze Manus. A lista dos quatorze Manus neste universo é a seguinte: Yajna é Svayambhuva Manu, Vibhu é Svarocisha Manu, Satyasena é Uttama Manu, Hari é Tamasa Manu, Vaikuntha é Raivata Manu, Ajita é Chakshusha Manu, Vamana é Vaivasvata Manu (o Manu da era atual), Sarvabhauma é Savarni Manu, Rishabha é Daksha-savarni Manu, Vishvaksena é Brahma-savarni Manu, Dharmasetu é Dharma-savarni Manu, Sudhama é Rudra-savarni Manu, Yogesvara é Deva-savarni Manu, e Brihadbhanu é Indra-savarni Manu. Esses quatorze Manus abrangem os 4.320.000.000 de anos solares de um dia de Brahma.34
Os Yugavataras
Os yugavataras são divididos pelos milênios em que aparecem. Aparecem em uma cor em particular de acordo com o yuga. Em Satya-yuga, a cor é branca; em Treta-yuga, a cor é vermelha; em Dvapara-yuga, é negra, e, em Kali-yuga, a cor é amarela, ou dourada. Por exemplo, o Senhor Krishna, em Dvapara-yuga, tinha a cor negra, ao passo que o Senhor Chaitanya, em Kali-yuga, era de tez dourada.35
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Em Satya-yuga, as pessoas eram em geral bastante avançadas em conhecimento espiritual e podiam meditar em Krishna com muita facilidade. Durante o tempo da encarnação branca, o Senhor ensinou religião e meditação, através do que mostrou Sua misericórdia para com as pessoas desta era. Na encarnação avermelhada do Senhor durante Treta-yuga, Ele ensinou o processo de realizar grandes rituais e sacrifícios religiosos. Em Dvapara-yuga, o Senhor apareceu em Sua forma enegrecida como Krishna e induziu as pessoas a adorarem-nO diretamente. Então, em Kali-yuga, o Senhor aparece em uma cor dourada como Seu próprio devoto, demonstrando a outros o processo espiritual para esta era. Acompanhado por Seus associados pessoais, Ele introduziu o processo de hari-nama-sankirtana, ou o canto e a entoação congregacional dos santos nomes do Senhor, especificamente na forma do mantra Hare Krishna. Ele pessoalmente canta e dança em amor extático por Deus. Através desse processo, Ele entrega a todos esse amor a Deus. Quaisquer resultados espirituais obtidos por meio de outros processos nos três yugas anteriores podem ser facilmente obtidos em Kali-yuga mediante o cantar dos santos nomes de Krishna. Trata-se do processo mais fácil para alguém se livrar da existência e alcançar o reino transcendental.36
Os Shaktyavesha-avataras
O último tipo de avatara é o que se chama de shaktyavesha-avatara. São seres vivos que são dotados de poder pelo Supremo para agirem de certas maneiras e cumprirem uma missão em particular. Tais avataras incluem os quatro Kumaras, Narada Muni, o Senhor Parashurama, frequentemente Vyasadeva, e o Senhor Brahma. O Senhor Sheshanaga, nos mundos espirituais vaikuntha, e Sua expansão como o Senhor Ananta, no mundo material, também são encarnações dotadas de poder. O poder do conhecimento foi dado aos Kumaras. O poder da devoção ao Senhor foi dado a Narada. Brahma foi, é claro, dotado com habilidade de criar. Parashurama recebeu o poder de matar os muitos homens nocivos e ladrões que estavam no planeta no Seu tempo. Quando quer que o Senhor esteja presente em alguém por uma porção de Suas várias potências, essa entidade viva é considerada um shaktyavesha-avatara – um ser vivo especialmente investido de poder pelo Senhor.37
É através dessas muitas encarnações que o Senhor mantém o universo e fornece orientação aos seres vivos dentro dele. Entender esse conhecimento é uma parte importante na percepção do plano por trás do universo e nosso propósito dentro dele, e o mesmo fornece grandes benefícios a todos que ouvem sobre ele. Como se explica no Srimad-Bhagavatam (8.23.30), “se alguém ouve acerca das incomuns atividades da Suprema Personalidade de Deus em Suas várias encarnações, ele certamente se eleva aos sistemas planetários mais elevados ou até mesmo volta diretamente ao Supremo, o domínio espiritual”.
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Referências
1. Bhagavad-gita 4.7-8
2. Ibid., 3.2.7
3. Srimad-Bhagavatam 1.3.6
4. Ibid., 2.7.5
5. Ibid., 1.3.7 & 2.7.1
6. Ibid., 1.3.8
7. Ibid., 2.7.19
8. Ibid., 1.3.9
9. Ibid., 2.7.6
10. Ibid., 1.3.10
11. Ibid., 2.7.3
12. Ibid., 1.3.11 & 2.7.4
13. Ibid., 1.3.12
14. Ibid., 1.3.13 & 2.7.10
15. Ibid., 2.7.11
16. Ibid., 1.3.14
17. Ibid., 2.7.9
18. Ibid., 1.3.15 & 2.7.12
19. Ibid., 1.3.16
20. Ibid., 2.7.13
21. Ibid., 2.7.21
22. Ibid., 1.3.17
23. Ibid., 1.3.18 & 2.7.14
24. Ibid., 1.3.19 & 2.7.17-18
25. Ibid., 1.3.20 & 2.7.22
26. Ibid., 1.3.21& 2.7.36
27. Ibid., 1.3.22
28. Ibid., 2.7.23-5
29. Ibid., 1.3.23 & 2.7.26
30. Ibid., 1.3.24 & 2.7.37
31. Ibid., 1.3.25 & 2.7.38
32. Ibid., 1.3.35, 37
33. Ibid., 1.3.38
34. Ibid., 1.3.5, significado & Chaitanya-charitamrita, Madhya-lila, 20, 319-328
35. Srimad-Bhagavatam 1.3.5, significado & Chaitanya-charitamrita, Madhya-lila, 20, 329-333
36. Chaitanya-charitamrita, Madhya-lila, 20, 334-347 & Srimad-Bhagavatam 11.5.32, 36 & 12.3.51-2
37. Chaitanya-charitamrita, Madhya-lila, 20.369-73

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